sábado, 14 de junho de 2014

Resultado eleições gerais indianas entre o Partido do Congresso e o BJP

A perda do Partido do Congresso (Congress Party) e a nova ascenção do BJP refletida nas votações das eleições de 2009 e de 2014 na Índia. Problemas econômicos, encolhimento na política regional e burocratização levaram o Partido do Congresso a derrota.

INDIA RUMA AO LIBERALISMO

Com uma diminuição do crescimento econômico apesar das taxas em torno dos 5%, da inflação e com isso a dificuldade na geração de empregos, o Partido do Congresso que também sofreu por uma "rendição as oligarquias locais" sofreu uma grande derrota na Índia, que se pese as sabotagens econômicas e monetárias feitas pelos EUA a diversas nações mundo a fora a qual a Índia sofrera o baque.
O voto indiano foi pragmático buscando o aumento do crescimento econômico como indutor da melhoria da economia e do emprego e a reafirmação da Índia no plano local.
Porém este voto que agregou a população trabalhadora devido ao quadro econômico foi pautado pela classe média cosmopolita e em especial pela juventude de classe média que viu em Modi "a figura da modernidade contra as velhas práticas políticas indianas". Vindo de berço humilde a figura de Modi teve apelo popular por identificação e um governo no Estado de Gujarat em que ostentou elevados índices de crescimento econômico.
Porém a miragem de Modi esconde um político que faz o crescimento econômico as custas dos benefícios as grandes empresas e o ataque aos trabalhadores oculto em uma "retórica nacionalista" que se busca resgatar "a identidade hindu" a faz contra as outras identidades que formam a Índia como a muçulmana, a budista e a cristã e usa a pátria como fuga das críticas pela adoção de políticas econômicas de caráter fortemente neoliberal com arrocho salarial e precarização do emprego em troca de "crescimento econômico".
A retórica de "nacionalismo hindu" também expõe a retomada da hostilidade com a China no plano regional e uma maior aproximação com os EUA e "o mundo Ocidental".
A insatisfação do povo indiano nestas eleições sequer beneficiou os comunistas que minguaram mantendo-se praticamente apenas na região do Golfo de Bengala aonde são tradicionalmente fortes, não se sabe ainda o quanto o discurso do "nacionalismo hindu" influenciou neste quadro.
O BJP tem a chance de governar a Índia sem terque fazer alianças e com uma oposição reduzida, veremos o quanto aproveitarão esta oportunidade.

Processos revolucionários em andamento

Nos dias de hoje há diversos processos revolucionários em andamento mundo a fora, aparentemente díspares apresentam pontos de unidade na luta anti-hegemônica, anti-imperialista e anti-liberal e isso se diz o combate ao modelo de sistema hoje vigente que é o capitalismo liberal.

Entendem o Estado como espaços de resistência e compreendem a necessidade de se solidarizar com outros póvos do mundo que estão na mesma luta.

São antes de tudo Revoluções de Libertação Nacional contra "a nova forma de colonialismo" : a globalização liberal coordenada pelos EUA.

Se pautam nos objetivos da produção pelo bem-estar da população e melhores condições de vida ao povo, especialmente ao povo trabalhador.

Com tudo oque poderia vir a separa-las, oque une essas lutas é mais forte pois todas estão sob intenso ataque do Imperialismo dos EUA em busca de soberania nacional com desenvolvimento econômico e social.

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Hoy en día son muchos los procesos revolucionarios en marcha en el mundo exterior, tienen puntos aparentemente dispares de la unidad en la lucha anti-hegemónica, anti-imperialista y anti-liberal y se dice el modelo de sistema de combate que está actualmente en vigor capitalismo liberal .

Comprender el estado como lugares de resistencia y comprender la necesidad de mostrar solidaridad con otros pueblos del mundo que están en la misma lucha.

Son, ante todo, las revoluciones de liberación nacional contra "la nueva forma de colonialismo": la globalización liberal, coordinado por el EE.UU..

Son guiados en las metas de producción para el bienestar de la población y la mejora de las condiciones de vida a las personas, especialmente a las personas que trabajan.

Con todo lo que usted podría llegar a separarlos, lo que une a estas peleas es más fuerte porque todos están bajo intenso ataque del imperialismo de EE.UU. en la búsqueda de la soberanía nacional con el desarrollo económico y social.

Espaços de unidade em um mundo Multipolar

A multipolaridade ligada a culturas e realidades regionais dividiria o mundo em espaços específicos não apenas de projeção de nações e potências mais de integração identitária somada a geopolítica.
No advento do fim da Hegemonia dos EUA e com um mundo multipolar com nações soberanas oque poderia liga-las é a integração regional, a complementariedade econômica, os valores e a cultura e ideologias em comum.
Eis uma projeção de como seria um mundo multipolar com estes "espaços de unidade".

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O Brasil sob o Ocidentalismo

Este é um dos efeitos mais danosos de uma possível volta do PSDB a Presidência da República : o abandono da multipolaridade e do meridionalismo na política externa e a adoção plena do Ocidentalismo a favor da hegemonia dos EUA.
No mundo de hoje com tensões entre hegemonia e contra-hegemonia seria muito mais danoso do que nos anos 90 a adoção do Ocidentalismo também como eixo principal da política externa.
A começar que tal seria o reflexo no país de uma política interna pautada no liberalismo e no financismo mais cruento tal como pregam "as políticas de austeridade" e seu reflexo no emprego e na renda e se acham que o PT "entregou patrimônio nacional aos EUA" vocês nem fazem idéia de como seria com a volta do PSDB e o "alinhamento automático".
Depois que seríamos "plataforma de exportação" destas mesmas políticas mundo a fora de modo muito mais agressivo e passaríamos a hostilidade aos projetos soberanos como a ALBA, renovaríamos nosso apelo é a ALCA e selaríamos em definitivo nosso papel como "potência regional sul-americana",e "potência média alinhada aos centros do capitalismo", seríamos o "implementador e carcereiro" na América Latina das políticas de Washington hoje mais agressivas do que no limiar dos anos 90 quando não via contestação.
Só isso já nos afastaria direto de grupos como os BRICs e o IBAS que advogam mais soberania diante dos EUA e geraria graves tensões e crises no eixo da Unasul. Adeus estratégia meridional, multipolar e sul-sul.
Nossas "relações privilegiadas" se deslocariam primeiro para os EUA a qual seríamos "o principal parceiro sul-americano" e de volta ao hall de "colônia privilegiada", depois com os demais "centros do capitalismo alinhados a hegemonia" como a UE, assinaríamos em condições muito mais desvantajosas acordos além da própia ALCA o do Mercosul-UE,com o Japão e os Tigres asiáticos a qual com certeza voltaríamos a importar de Cingapura navios e plataformas para uso da Petrobrás (ou oque restar dela) e não mais priorizar a produção nacional, com a Austrália e a Nova Zelândia fortalecendo os interesses hegemônicos no Pacífico e por fim no Oriente Médio selando de vez com o eixo Turquia e Israel e passando a "opositor da Síria e do Irã".
Acha exagero ? Pois esta é "a política externa dos sonhos" dos EUA para o Brasil e o PSDB é "o partido dos sonhos dos EUA a governar o Brasil". Vivemos uma era em que a hegemonia está muito mais violenta justo por encontrar a contestação que não tinha nos anos 90 e assim suas políticas são muito mais intensas e arbitrárias do que antes, veremos no Brasil um retrocesso maior do que com FHC.
Hoje não há "meio-termo", nos equilibrando nisso é que nos ferramos, ou se adota uma política externa pró-multipolar e temos ido timidamente nesta direção ou se cai no Ocidentalismo e na defesa da hegemonia. Estar "dos dois lados" é cada vez uma posição mais restrita e difícil até por que as posições se intensificam pela agressão dos EUA a soberania e ao desenvolvimento dos póvos no mundo todo.
O "Ocidente" a qual "faríamos parte" é o da Hegemonia dos EUA, da ideologia Liberal, da mentalidade cosmopolita, do american way of life e dos herdeiros da dicotomia "metrópole-colônia".

terça-feira, 3 de junho de 2014

Mapa Mundi 2014


Batalha Mística pelo Planeta

De acordo com conhecimentos de geopolíticos ao que advogam teóricos da conspiração e com alguma base de misticismo do orientalismo a teosofia fiz este esquadro a amigos que buscam debater sobre "projetos globalistas e Nova Ordem mundial".

Em azul estariam as nações dominadas pelo Grupo Bildeberg, a elite econômica-financeira ocidental da qual fariam parte as míticas famílias Rockfeller, Rotshild e Oppenheimer que inclusive hoje lideram o processo da Nova Ordem e da chegada de "seu Messias", o Maytrea, seriam no fundo judeus sionistas talmúdicos ou destes se utilizam para ancorar suas ambições globais pela história assim como fazem de maneira mais periférica com a maçonaria que tomaram pós-Alexey Crowley.

Em vermelho estariam os projetos comunistas herdeiros da Komintern, a Internacional Comunista e que hoje encontrariam principal amparo e resguardo por parte da China que estaria em maior ou menor grau associada aos Bildeberg e assim se repete a questão de se os magnatas financiaram o comunismo ou se nações como a China se associaram a tais como "auto-proteção" a evitar ataques frontais em momentos de fragilidade como teria feito a URSS a época da NEP, se de um lado a China se associa aos Bildeberg e com parte destes lucros financia projetos comunistas mundo a fora, de outro restringe a atuação destes subordinando suas instituições ao Estado chinês e jogando com o padrão dólar, fonte de poder da elite Bildeberg e não tolerando seus pontos de vista via mídia sionista em território chinês e aliados.

Em amarelo-ouro estariam as nações que hoje formam o bloco da Evrásia Tradicionalista que buscaria uma defesa da soberania e retorno as tradições em um mundo sob ataque a ambas e força maior dos Bildeberg que a atacam em terreno geopolítico, possuem uma dimensão mítica vendo o retorno das tradições como um retorno a condição normal da humanidade hoje contaminada pela pós-modernidade que visaria submeter toda a humanidade como escrava do desejo e assim controla-la, muito ligados a religiosidade encarnam este combate também como espiritual contra o domínio satanista Bildeberg e buscando corrigir os erros e equívocos dos projetos comunistas as quais por ora se aliam "contra o mal maior".

Em verde escuro está o território aonde predominam os xiitas no Islã e que além de lutarem por soberania se auto designam uma "missão sagrada" de prepararem-se para a vinda do Mahdi, um grande profeta que viria guerrear contra "os seguidores de Yazid" que seriam "a Sinagoga de Satanás" e estaria personificada nas figuras "do Grande e do pequeno Satã" (EUA e Israel respectivamente) e seus planos da vinda do Anti-Cristo que seria o Maytrea, ou o Messias judaico. Até pelo apego as tradições, religiosidade e soberania vem se aproximando com grande empatia com o bloco Evrasiano até por que ambos se enxergam em um mesmo contexto "de luta sagrada" e contra os mesmos inimigos.

Os círculos amarelos seriam os ditos "pontos energético-astrais" do planeta aonde a magia ou o poder sagrado estaria mais facilmente canalizado, alguns supõe serem elos com outras dimensões, mais enfim ali se projetam forças poderosas que atuam em longo alcance a seu redor que tanto ampliam dons espirituais-místicos" como formam ao redor do planeta uma "teia global" responsável pelo própio equilíbrio do planeta, alguns dizem se tratar "do sistema nervoso do planeta Terra", esses pontos são alvos importantes de presença e de domínio para qualquer grupo ocultista, quem dirá para aqueles que possuem "um projeto global", de outro lado há os que ali invistam justo para resguardar esses lugares. Cada um desses pontos teria uma energia específica classificada em três tipos e se questiona o poder de um grupo que conseguisse canalizar todos esses pontos em seu usufruto.

Agora vamos as cidades.

A classificação das cidades entre "brancas,douradas e cinzentas" responde ao princípio rosacruziano (teosófico-místico), de certo modo também herdado pela maçonaria da linha que os ocultistas que ali predominam seguem e por isso mandam e moldam os poderes e a sociedade locais.
As cidades brancas seriam ligadas a Linha Branca oque alguns conhecem como "a Besta Negra" que seria o ocultismo ligado aos Bildeberg e as elites financeiras ocidentais, é a eles que se costumou chamar de "Iluminatti" oque é um erro apesar deles liderarem o processo, inclusive pela vinda do Maytrea.
As cidades douradas seriam ligadas a Linha amarela e/ou dourada oque alguns conhecem como "o Caminho do Meio", apesar de ser considerarem Illuminatis estes não estão alinhados com os Bildeberg e buscam um "equilíbrio astral" no misticismo que segundo eles estaria ameaçado pela tentativa dos Bildeberg de "monopolizarem o Caminho antigo", estão presentes nos mais diversos setores da sociedade, advogam uma convivência entre as linhas atuando sempre que uma tenta abafar a outra mais também estão empenhadas na vinda do Maytrea embora não da mesma maneira da Linha branca.
As cidades cinzentas seriam as ligadas a polêmica "Linha Negra", o própio "batismo e agrupar" de diversos ramos nesta linha já é polêmica a começar por terem como fator comum serem vistos como "párias" ou "inimigos" da Linha Branca e diversas vezes só não encontrarem a destruição por intervenção da Linha Dourada, ali se agrupam as forças que lidam com "a vontade e o canal da rigidez e pureza teológica" aonde se agregam desde membros em religiões tradicionais tal como religiões cristãs com destaque ao Catolicismo e os xiitas no Islã a até "satanistas convictos" com todo um embasamento teológico rígido e por fim oque alguns conhecem como "a Besta Vermelha" ligada aos projetos comunistas. Estes seriam "a periferia do Ocultismo" porém ali estão muitos que seguem o ocultismo antes dos dogmas de Crowley oque se sussura ser o verdadeiro motivo de sua perseguição, os comunistas vem em seguida por não terem "aceito a derrota e se submeter a Iluminação (a Linha Branca)".Alguns na Linha cinzenta porém assumiram "seu papel de párias" e creem realizar a profecia de pela força bruta e perseguição a "equivocados na Linha" parirem a "Iluminação Universal" com o parto do "Maytrea, o Escolhido da Linha Branca" que viria para unir as linhas e que seus rivais cinzentos atuam hoje como "um impecilho a este parto sagrado" por não compreenderem este "caminho de unidade".

Como vemos o clímax e a batalha toda aponta para a figura do "Maytrea, o Cristo, o Escolhido, o Messias" e praticamente todos apontam a cidade de Jerusalém como "a cidade do Maytrea" aonde ele chegará ou para trazer o triunfo da Linha Branca e guiar a humanidade a um período de iluminação geral com esta linha como seus sacerdotes e profetas, ou para trazer equilíbrio as três linhas e conciliar o Novo e o Velho Rito transcedendo o caminho de Crowley ou por fim para ajudar a Linha Cinzenta a combater e vencer o Yazid ou Anti-Cristo, o "Messias Talmúdico" que também viria ali antes de sua chegada ao lado do Madhi, chegada essa que muitos dizem nem física seria mais somente astral "limpando o planeta das forças diabólicas lideradas pelo Maytrea".

Claro que isso é uma análise superficial e até confusa pela mistura de fontes mais é um início de se estudar a Nova Ordem mundial e as posições das sociedades secretas nestas e por fim aonde se encaixariam diante do ou dos projetos globalistas.