O mapa abaixo demonstra a simbiose do conflito sírio com o do Iraque com os territórios sob ação do EIIL no mapa em inglês descrito na sigla ISIS. Este conflito na verdade se iniciou em território iraquiano e só depois "espraiou" a Síria aonde com o apoio de nações como Arábia Saudita, Israel, Catar, Turquia, EUA, França e Reino Unido diferentes grupos com o EIIL ligado aos sionistas-sauditas aumentaram seu poderio tentando em vão derrubar o Presidente sírio Bashar Al Assad.
O mapa demonstra como os imperialistas usaram o terrorismo taqfiri para forçar uma divisão sectária no Iraque que o leva a médio prazo a desintegração e como nesse esquema a autonomia do Curdistão é inevitável e ponto de conflito entre elas própias.
Essa é a geopolítica e a região que explica o confronto na Síria e no Iraque.
domingo, 29 de junho de 2014
Vaticano e relações pelo mundo
Esse é um mapa do grau de relações do Estado do Vaticano que representa o Papado e assim a defesa do catolicismo com as nações do mundo a fora, levando em consideração a postura diante dos cristãos, a postura diante da autonomia da Igreja e tensões em relação a opressão aos humildes, perseguições de caráter étnico-religiosa que envolvem os cristãos e legislações que puseram estes Estados em conflito com a Igreja, mais acima de tudo o geral das relações político-diplomáticas.
Não apenas como pílar do Catolicismo mais também como pílar do que originou a Civilização Ocidental cristã em conflito com a atual Civilização Ocidental contemporânea e assim como ente maior da defesa da tradição e da própia identidade que deu origem a nossos valores e posturas que tanto tem a ensinar a cristãos e não-cristãos, como a maior instituição de caridade do mundo e a maior força religiosa unificada em uma figura que pode e deve servir como defensor da tradição e da transcedência em um mundo aonde reinam a egolatria e o materialismo, o Estado do Vaticano e suas relações internacionais dizem muito mais que apenas a postura de Estados diante a Igreja Católica mais as contradições destes e da própia Igreja nos tempos ora postos.
Como força política com base na moral, na tradição, na diplomacia e na transcedência, o Vaticano é "ator de primeira ordem" no cenário internacional e na defesa de valores que conflitam com a pós-modernidade e por isso mesmo nos retomam a própia humanidade.
Não apenas como pílar do Catolicismo mais também como pílar do que originou a Civilização Ocidental cristã em conflito com a atual Civilização Ocidental contemporânea e assim como ente maior da defesa da tradição e da própia identidade que deu origem a nossos valores e posturas que tanto tem a ensinar a cristãos e não-cristãos, como a maior instituição de caridade do mundo e a maior força religiosa unificada em uma figura que pode e deve servir como defensor da tradição e da transcedência em um mundo aonde reinam a egolatria e o materialismo, o Estado do Vaticano e suas relações internacionais dizem muito mais que apenas a postura de Estados diante a Igreja Católica mais as contradições destes e da própia Igreja nos tempos ora postos.
Como força política com base na moral, na tradição, na diplomacia e na transcedência, o Vaticano é "ator de primeira ordem" no cenário internacional e na defesa de valores que conflitam com a pós-modernidade e por isso mesmo nos retomam a própia humanidade.
sábado, 28 de junho de 2014
Oque faz o Brasil ?
O
Brasil como toda nação continental se une nas diferenças e se afirma no
que possuem em comum, somos herdeiros da afabilidade lusitana, da
irmandade indígena, da familiaridade africana. Nos enxergamos "no outro"
e buscamos o bem do semelhante e uma liderança forte e digna. No
cortiço o descendente de escravos, o índio saído da mata e o branco que
vive na pobreza são diferentes mais são todos um só,
um sentimento de "família" comum a todas as tradições que nos fizeram, o
da "família estendida" aos amigos, aos vizinhos, a comunidade,
bairro...
E o mesmo mistério continental de viver na fronteira e saber não se sabe como que "do outro lado estão irmãos" mais "que aqui estamos nós". Como os Yanomami que vivem na fronteira e tem sentimento de unidade sabem e sentem muito bem se "são brasileiros ou de um povo irmão" ?
É por isso que o elitismo, o separatismo, o cosmopolitismo não só trabalham contra a sociedade mais contra o Brasil, são sentimentos anti-brasileiros.
O brasileiro pode "se ver no outro" mais quando passa a adotar "o modo de viver, de pensar e de sentir" do "outro" ou deixou de ser brasileiro ou jamais compreendeu oque é sê-lo.
E o mesmo mistério continental de viver na fronteira e saber não se sabe como que "do outro lado estão irmãos" mais "que aqui estamos nós". Como os Yanomami que vivem na fronteira e tem sentimento de unidade sabem e sentem muito bem se "são brasileiros ou de um povo irmão" ?
É por isso que o elitismo, o separatismo, o cosmopolitismo não só trabalham contra a sociedade mais contra o Brasil, são sentimentos anti-brasileiros.
O brasileiro pode "se ver no outro" mais quando passa a adotar "o modo de viver, de pensar e de sentir" do "outro" ou deixou de ser brasileiro ou jamais compreendeu oque é sê-lo.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
A Incógnita Líbia
A
disputa de poder hoje na Líbia se divide entre o grupo do General
Heftar com apoio do Eixo Sionista-Saudita e em uma parceria que traz o
Egito de Al-Sisi como intermediário deste eixo com interesses russos.
Rússia que com o Eixo da Resistência apoiam a Jamahya mais que buscam
assegurar a preservação de interesses no governo líbio até que esta
possa avançar. Ambos contrapostos ao grupo apoiado pelo Eixo Franco-Turco-Catarí da Irmandade Muçulmana.
Nos bastidores "a guerra" é pelo status sobre as reservas de petróleo & gás da Líbia como demonstra o texto abaixo aonde o mapa demonstra a "geopolítica do petróleo" com as principais empresas e nações que hoje atuam e influem na nação.
Geopolítica " A Incógnita Líbia" : http://temi.repubblica.it/ limes/lincognita-libica/ 63652
Nos bastidores "a guerra" é pelo status sobre as reservas de petróleo & gás da Líbia como demonstra o texto abaixo aonde o mapa demonstra a "geopolítica do petróleo" com as principais empresas e nações que hoje atuam e influem na nação.
Geopolítica " A Incógnita Líbia" : http://temi.repubblica.it/
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Ucrânia : Cenário de tensão
Sob um tênue cessar-fogo por vezes rompido a #Ucrânia prossegue como cenário de tensão após o golpe de Estado do #Maidan.
#Criméia anexada a #Rússia e por tal livre das ameaças de #Kiev.
#Donestk e #Lugansk declaram independência como Estado da #Novorossyia e sofre frequentes ataques dos golpistas de Kiev em especial nas regiões de #Slaviansk e #Mariupol.
As províncias de #Kharkiv (Kharkov ou Jarkov como também é conhecida) e de #Odessa permanecem como fócos de levante e rebeldia contra os golpistas que levantam forte repressão a Odessa.
#Criméia anexada a #Rússia e por tal livre das ameaças de #Kiev.
#Donestk e #Lugansk declaram independência como Estado da #Novorossyia e sofre frequentes ataques dos golpistas de Kiev em especial nas regiões de #Slaviansk e #Mariupol.
As províncias de #Kharkiv (Kharkov ou Jarkov como também é conhecida) e de #Odessa permanecem como fócos de levante e rebeldia contra os golpistas que levantam forte repressão a Odessa.
ORIENTE MÉDIO - NO CENTRO DO MUNDO
O Oriente Médio está no "centro do mundo", da política e da luta global tanto por seus recursos naturais principalmente o petróleo e o gás natural como por sua cultura milenar recheada com rixas históricas tanto políticas, religiosas como frutos dos antigos processos colonialistas e os recentes e atuais processos imperialistas.
Os fatos hoje no Oriente Médio pela luta anti-hegemônica e a intercorrelação de forças global estão intimamente ligados aos fatos na Europa especialmente na Ucrânia aonde as mesmas forças se enfrentam e no Afeganistão e Paquistão agora decisivos no processo regional e estopim dos conflitos com a hoje Al-Quaeda que acontece hoje em nível regional ligada a outros movimentos "afiliados" seja na Síria, no Iraque, Líbia, Malí e outros.
Ali se enfrentam "três eixos de poder" que se intensificam na região mais possuem alcance global.
Dois deles ligados ao Imperialismo e a Hegemonia : O Eixo Sionista-Saudita que une Israel e Arábia Saudita e na região se expressa no apoio a Al-Quaeda e que dependem da opressão a outros póvos (palestinos no caso de Israel e os xiitas no caso dos Sauditas na região mais rica em petróleo do Reino) para manter inclusive a integridade territorial de seus projetos nacionais; e o Eixo Franco-Turco-Catarí que une França, Turquia e Catar e na região se expressa no apoio a grupos ligados a Irmandade Muçulmana e se baseiam no domínio do antigo colonialismo francês e em disputas de domínio regional, no caso da Turquia em muito no caso curdo que a opõe aos outros eixos que defendem a auto-determinação deste povo que se assenta nas grandes fontes de àgua doce da Turquia e também em regiões ricas em petróleo & gás.
O outro eixo denominado Eixo da Resistência que une Rússia, Síria e Irã na região e se expressa no anti-imperialismo e na anti-hegemonia e apoio aos processos revolucionários e nacionalistas como nos movimentos ligados ao islã que seguem a linha do "despertar islâmico", muitos destes xiitas com laços históricos, políticos, econômicos e culturais com o Irã, se baseiam na defesa de suas soberanias contra as agressões imperialistas e a unidade dos póvos para processos autônomos de desenvolvimento.
Neste "xadrez geopolítico" se destaca a presença de bases dos EUA e da OTAN a cercear a região e ali presentes, bases essas que servem de ataque e hostilidade aos póvos e mantém o domínio e as alianças pró-hegemônicas a nível regional.
As bases militares russas, muitas descendentes do período soviético mesmo minoritárias servem a tentativa de um equilíbrio regional e em muito serviram para impedir as agressões imperialistas a nações como a Síria e a ofensiva a Ucrânia e a Geórgia.
A presença da Al-Quaeda e organizações "afiliadas" são parte crescente do conflito regional e que se expandiu muito com o apoio principalmente do eixo Sionista-Saudita.
A presença e força do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) demonstram a aérea e a força do movimento autônomo e independentista do povo curdo e possui relações que oscilam entre os EUA e a Rússia, lutaram ao lado da Síria, no Iraque lutam cada vez mais por independência e são inimigos por motivos territoriais da Turquia e assim ao eixo a qual ela se alia que busca mante-los tutelados.
Apoiados pelo Níger e dominando parte da Líbia encontramos a Resistência Jamahya Líbia herdeira do legado e das forças do ex-líder líbio Muamar Khadafí destronado por uma agressão da OTAN que hoje transformou a Líbia em um grande campo de batalha entre os três eixos, sendo a resistência Jamahya ligada ao Eixo da Resistência.
O aumento da intensidade dos conflitos provocados pela rivalidade entre os três Eixos vem aumentando o Oriente Médio como "barril de pólvora" e expandindo os conflitos e interesses dali a Europa principalmente nos casos Ucrânia e Geórgia, ao Norte da Àfrica já chegando ao norte da Nigéria e a região do Afeganistão-Paquistão aonde se iniciaram os conflitos da era contemporânea e a Al-Quaeda que dita a maior parte dos conflitos regionais e assim trazendo a arena cada vez mais o Paquistão (e consequentemente a Índia) a papéis vitais.
O Oriente Médio no século XX, continua e cada vez mais neste início de século XXI "no Centro do Mundo".
Conflito Israel-Palestina, Nacionalismo àrabe, Wahhabismo e terrorismo Taqfiri ligado a Al-Quaeda, Revolução Iraniana, agressões imperialistas e surgimento dos Três Eixos marcam esta região movida a petróleo e gás, ao "ouro negro da economia global".
Os fatos hoje no Oriente Médio pela luta anti-hegemônica e a intercorrelação de forças global estão intimamente ligados aos fatos na Europa especialmente na Ucrânia aonde as mesmas forças se enfrentam e no Afeganistão e Paquistão agora decisivos no processo regional e estopim dos conflitos com a hoje Al-Quaeda que acontece hoje em nível regional ligada a outros movimentos "afiliados" seja na Síria, no Iraque, Líbia, Malí e outros.
Ali se enfrentam "três eixos de poder" que se intensificam na região mais possuem alcance global.
Dois deles ligados ao Imperialismo e a Hegemonia : O Eixo Sionista-Saudita que une Israel e Arábia Saudita e na região se expressa no apoio a Al-Quaeda e que dependem da opressão a outros póvos (palestinos no caso de Israel e os xiitas no caso dos Sauditas na região mais rica em petróleo do Reino) para manter inclusive a integridade territorial de seus projetos nacionais; e o Eixo Franco-Turco-Catarí que une França, Turquia e Catar e na região se expressa no apoio a grupos ligados a Irmandade Muçulmana e se baseiam no domínio do antigo colonialismo francês e em disputas de domínio regional, no caso da Turquia em muito no caso curdo que a opõe aos outros eixos que defendem a auto-determinação deste povo que se assenta nas grandes fontes de àgua doce da Turquia e também em regiões ricas em petróleo & gás.
O outro eixo denominado Eixo da Resistência que une Rússia, Síria e Irã na região e se expressa no anti-imperialismo e na anti-hegemonia e apoio aos processos revolucionários e nacionalistas como nos movimentos ligados ao islã que seguem a linha do "despertar islâmico", muitos destes xiitas com laços históricos, políticos, econômicos e culturais com o Irã, se baseiam na defesa de suas soberanias contra as agressões imperialistas e a unidade dos póvos para processos autônomos de desenvolvimento.
Neste "xadrez geopolítico" se destaca a presença de bases dos EUA e da OTAN a cercear a região e ali presentes, bases essas que servem de ataque e hostilidade aos póvos e mantém o domínio e as alianças pró-hegemônicas a nível regional.
As bases militares russas, muitas descendentes do período soviético mesmo minoritárias servem a tentativa de um equilíbrio regional e em muito serviram para impedir as agressões imperialistas a nações como a Síria e a ofensiva a Ucrânia e a Geórgia.
A presença da Al-Quaeda e organizações "afiliadas" são parte crescente do conflito regional e que se expandiu muito com o apoio principalmente do eixo Sionista-Saudita.
A presença e força do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) demonstram a aérea e a força do movimento autônomo e independentista do povo curdo e possui relações que oscilam entre os EUA e a Rússia, lutaram ao lado da Síria, no Iraque lutam cada vez mais por independência e são inimigos por motivos territoriais da Turquia e assim ao eixo a qual ela se alia que busca mante-los tutelados.
Apoiados pelo Níger e dominando parte da Líbia encontramos a Resistência Jamahya Líbia herdeira do legado e das forças do ex-líder líbio Muamar Khadafí destronado por uma agressão da OTAN que hoje transformou a Líbia em um grande campo de batalha entre os três eixos, sendo a resistência Jamahya ligada ao Eixo da Resistência.
O aumento da intensidade dos conflitos provocados pela rivalidade entre os três Eixos vem aumentando o Oriente Médio como "barril de pólvora" e expandindo os conflitos e interesses dali a Europa principalmente nos casos Ucrânia e Geórgia, ao Norte da Àfrica já chegando ao norte da Nigéria e a região do Afeganistão-Paquistão aonde se iniciaram os conflitos da era contemporânea e a Al-Quaeda que dita a maior parte dos conflitos regionais e assim trazendo a arena cada vez mais o Paquistão (e consequentemente a Índia) a papéis vitais.
O Oriente Médio no século XX, continua e cada vez mais neste início de século XXI "no Centro do Mundo".
Conflito Israel-Palestina, Nacionalismo àrabe, Wahhabismo e terrorismo Taqfiri ligado a Al-Quaeda, Revolução Iraniana, agressões imperialistas e surgimento dos Três Eixos marcam esta região movida a petróleo e gás, ao "ouro negro da economia global".
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